Wagner Guedes atua como professor de Gramática da Língua Portuguesa, também é jornalista, editor chefe e membro do Conselho Editorial da Dialógica Editora e presidente do INPEM, Instituto Nacional de Pesquisas Monográficas. Em sua carreira acadêmica passou pelo programa Stricto Senso das Universidades UNISINOS – RS (Doutorado de Filosofia); FMS-SP (Mestrado em Filosofia Ética e Política); PUC-RS (Mestrado em Ética e Política) e USJT-SP, (Mestrado em existencialismo). Nas universidades UFABC-SP (Filosofia da História da Ciência e Tecnologia); UNIMARCO-SP (Linguística e Literaturas portuguesas, brasileiras

e infanto-juvenis); FMU (Educação para o ensino superior) e História pela FAVENI-MG; é licenciado em Letras pela UNIMARCO-SP. Escreveu para o Jornal Diário Regional de Mato Grosso, revista política República – SP e Jornal Página Urbana - SP, além publicar inúmeros artigos para revistas acadêmicas de instituições como UNICAMP-SP e PUC-SP. Autor de livros como Ensaios Filosóficos, em busca do sentido humano, Ensaios filosóficos, sociedade ciência e metafísica e Cioran, o último dos metafísicos, entre outros. Atuou como professor de Jornalismo, Comunicação Integrada, Economia, Pedagogia e Letras, entre outras disciplinas; e como consultor de Jornalismo na Secretaria de Comunicação de SBC – SECOM e assessor parlamentar de comunicação na Câmara de Vereadores de SBC. 

RESENHA

Claro, sarcástico, irônico e, sobretudo, muito engraçado, é bem assim o autor Wagner Guedes. Em sua obra “Um filósofo num país de fanfarrões – Uma antologia”, ele nos apresenta, com uma literária leveza ácida, as tantas e incontáveis experiências da fanfarronice histórica que campeia Brasil afora – situações que beiram o absurdo e a bizarrice - nos diversos segmentos da sociedade, na vida cotidiana, na política, na economia, na cultura... Desde aquelas que têm origem na “pureza e comicidade” da alma brasileira, seguindo a linha de Ariano Suassuna, mas principalmente às maquiavélicas, expressão “desajeitada” de políticos/as que tramitam entre a corrupção e a  ignorância, a falta de ética e o mau-caratismo, tão presente também no atual cenário.

Assim,  a obra retrata a múltiplas formas de expressar o pensamento ou o sentimento empregado/empreguinado de vivacidade e energia, capaz de impressionar o ouvinte ou leitor, valendo-se da técnica do “escape” corriqueiro, que faz das palavras e da língua  –  aliás, executando quase que didaticamente sem deixar de explicar ou mensurar todos os pormenores, tal como um professor, quem jamais deixou de ser.

Nesse ensaio “fanfarrônico”, o autor intercala também a reflexões filosóficas, sociológicas e históricas; notícias; declarações e ações de celebridades, com seus erros ortográficos e gafes homéricos; imagens, causos e experiências pessoais. Resultando em um caldo jornalístico-acadêmico, que ora nos faz rir, frente a situações trágico-hilárias envolvendo pessoas comuns e políticos/as importantes. Ora, nos indigna diante das sandices faladas e executadas por representantes eleitos, ou de comportamentos antiéticos e preconceituosos da sociedade brasileira.

Certamente, aos menos desavisados, incrédulos e intrépidos articuladores, dotados de entusiasmo e estimo aos filósofos desconhecidos e defensores do radicalismo, poderão tratar as páginas seguintes como uma crônica da vida cotidiana e miserável brasileira, sem aplicabilidade prática alguma.

Afinal, o Brasil é um país de fanfarrões? Que o responda Wagner Guedes.

 

Ana Valim

Jornalista, Mestra em Comunicação Social

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